O sistema chega com a operação dentro dele.
Software de gestão entregue vazio vira mais uma senha esquecida. A implantação guiada está incluída no Hub, e tem um objetivo declarado: você não precisar dela de novo.
Do diagnóstico à operação que anda sozinha.
Diagnóstico
Começa pelo Mapa de Evolução: 15 perguntas em cinco áreas: captação, conversão, financeiro, operacional e autoridade. O resultado é um retrato de onde a clínica está, e ele é seu mesmo que a conversa pare ali.
Desenho
Como a operação vai funcionar dentro do Hub, no papel antes de qualquer cadastro: quem faz o quê, em que ordem, com qual informação e medido por qual número.
Configuração
Seus hospitais, sua tabela, seus procedimentos, suas unidades, sua equipe e suas jornadas entram no sistema. É a fase que a maioria dos softwares deixa para o cliente e que explica por que a maioria não pega.
Capacitação
Quem opera precisa entender o porquê, não só o onde clicar. Recepção, SDR, financeiro, gestão e profissional recebem a parte que é deles, e cada um vê na tela apenas o que lhe cabe ver.
Operação assistida
O Hub passa a ser o lugar onde o trabalho acontece, não um relatório paralelo. Acompanhamos os primeiros ciclos de perto, porque é neles que o desenho encontra a realidade.
Autonomia
A partir daqui a clínica roda sozinha. O onboarding guiado dentro do produto cobre o que antes exigia alguém na sala, e o suporte existe para o que sai do previsto, não para o dia a dia.
A meta é o consultor sair da sala e nada parar.
Cada implantação que fazemos vira passo do onboarding guiado dentro do produto. O que hoje exige uma pessoa explicando, amanhã é uma tela que explica sozinha. Empresa que depende de consultor para funcionar não escala e não se vende, e a gente não está construindo uma dessas.
Começar pelo diagnóstico →